quinta-feira, 5 de maio de 2011

Colóquio "Luto"

Irá realizar-se no dia 12 de Maio, na biblioteca da Escola Sede do Agrupamento de Escolas de Oliveira de Frades um colóquio sobre o LUTO, que contará com a presença do Dr. Fidalgo Freitas, médico psiquiatra em Viseu.


Neste colóquio obter-se-ão resposta às questões:
 - O que é o luto?
 - Quando termina o processo de luto?
 - De que forma é que o luto leva a uma melhor aceitação da morte?
 - Quando alguém pratica Eutanásia o luto é vivido de forma diferente do que se tivesse seguido o percurso natural da morte?
 - De que forma as unidades de Cuidados Paliativos ajudam no processo do luto?

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Notícia

Casos de cuidados paliativos só são referenciados "quase sempre em fim de vida"

 
"A coordenadora da rede de cuidados continuados lamentou a "enorme resistência" que os profissionais de saúde ainda têm em "identificar precocemente" os doentes com necessidade de cuidados paliativos, afirmando que a referenciação faz-se "quase sempre em fim de vida".

(...)

Inês Guerreiro adiantou que a identificação tardia "significa que as pessoas vivem muito pouco tempo depois de entrar na rede. Algumas nem sequer são referenciadas e morrem no hospital sem ter intervenção". 

(...)

Como "pontos fortes" apontou os "cuidados paliativos serem considerados pela primeira vez, em Portugal, parte integrante do sistema de saúde".

(...)

Inês Guerreiro adiantou que "o aumento da esperança média de vida, da incidência de neoplasias e outras doenças crónicas incuráveis, assim como uma nova exigência social que é neste momento uma obrigação dos sistemas de saúde, que se humanizam e estão mais atentos às necessidades das pessoas", levou a uma nova vertente nos cuidados de saúde.

Esta situação "exige uma nova valorização das necessidades, não apenas da doença e intervenção terapêutica, mas uma nova exigência do ponto de vista social"."

 

Ver entrevista completa: http://sic.sapo.pt/online/noticias/vida/Casos+de+cuidados+paliativos+s%C3%B3+s%C3%A3o+referenciados+quase+sempre+em+fim+de+vida.htm 

 

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Testemunho de Esposo de Doente internada na CSIdanha

"Eu, que diariamente acompanhei o seu sofrimento, sobretudo nos últimos dois anos e meio e em especial nos cinco/seis meses finais, quero deixar aqui o meu testemunho do que foi esta última etapa da sua vida e o quão penosa ela foi.

(...)
Confesso que, logo nos primeiros dias de internamento da Isabel na Idanha, me arrependi de não ter tomado mais cedo tal decisão. Ali tudo era diferente: as Instalações, a proporcionalidade doentes/técnicos e a sua especialização em matéria tão delicada eram a garantia de que os doentes em fase terminal não seriam tratados como mais um entre muitos e que não estariam sós. 

(...)
Dois meses depois a Isabel, tendo a seu lado o marido e os filhos, exalou tranquilamente o último sopro de vida.
Por tudo o que acabo de relatar, não posso deixar de prestar a minha homenagem e exprimir o meu sincero agradecimento a todos os que, independentemente de ser essa a sua profissão, diariamente põem à prova as suas emoções, muitas vezes, certamente, transportadas para além da sua vida profissional, para auxiliarem o seu semelhante. "

Para ver o testemunho completo:


Testemunho de Helena Câmara - Voluntária em CP

 "Na escola da vida
Aprendem-se muitas lições
E nunca é demasia
Fazer algumas revisões.

Vamos lá então...
Rever tudo o que retirei
Desta última lição
Verificar o que aprendi!

Para se ser voluntário
(Em cuidados paliativos)
Não chega a vocação
É também necessário
Adequada formação.

Nesta área o voluntário
Nunca trabalha sozinho
Faz parte de uma equipa
Que o apoia no caminho.

Temos de ter em mente
E sempre recordar
Que a vontade do doente
É preciso respeitar.

A nossa simples presença
Em silêncio, ou a falar
Pode fazer toda a diferença
O importante , é o estar!

Com um grande beijinho
Helena Câmara."

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Voluntariado...

Este ano é o ano EUROPEU DO VOLUNTARIADO...

Também em Cuidados Paliativos é possível prestar um serviço de voluntáriado. Os voluntários têm um papel muito importante, pois constituem a ligação entre a comunidade e o paciente.

"O voluntariado é uma actividade inerente ao exercício de cidadania, de reconhecido interesse social e comunitário, assente no projecto duma equipa, devidamente regulamentado, estruturado, comprometido, e assegurado por uma Instituição vinculadora.

O voluntário e o cidadão que de forma isenta, desinteressada e responsável, se compromete livremente (face a si, à comunidade e à Instituição na qual está inserido), a servir o Próximo."

Para saber mais acerca da formação de voluntários em Cuidados Paliativos, consulte o site da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos e o site da Liga Portuguesa Contra o Cancro. 

- http://www.apcp.com.pt/ (Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos)
- http://www.ligacontracancro.pt/gca/index.php?id=134 (Liga Portuguesa Contra o Cancro)

domingo, 3 de abril de 2011